E é assim, mais um ano aqui nesta Terrinha, só espero um ano melhor.
Acho que não é muito difícil, mas depende tudo de mim, da minha capacidade enquanto pessoa, enquanto músico e enquanto profissional. Depende de mim continuar a trabalhar, depende de mim acreditar em mim e em Nós porque senão mais ninguém o irá fazer. Acreditar que enquanto houver vontade e seriedade tudo pode acabar por correr bem. Pelo menos no trabalho as coisas estão cada vez mais a aclarar, deram-me um papel de responsabilidade durante as próximas semanas/meses, o que me deixa significativamente contente por poder perceber que há quem acredite no meu valor, e meus amigos, na vida nunca haverá melhor do que isso, alguém que acredite em nós.
O ano pode correr ainda melhor, ao fim de 1 ano e meio sinto que os amigos estão cada vez mais perto e mais seguros aqui neste centro de mim inclinado para a direita, acho que se podem formar amizades seguras e permanentes, em jogos de futebol, em concertos, em trabalho, em jantares, em cafés no Starbucks, eles vão estar sempre lá. Finalmente encontrei pessoas que admiro e de quem posso colher muito, "ganhei" uma casinha nova em Lisboa em que me sinto muito à vontade, com o conforto minimamente necessário e com a privacidade da qual gosto.
E quanto a Nós, Nós vamos continuar a ser Nós, vamos lutar para fazer com que as diferenças sejam cada vez menos e a intimidade e a afinidade esteja construída cada vez mais num painel seguro nosso. O ano que ficou para trás não foi memorável, mas é ultrapassável e sei que nós vamos lutar (quase) todos os segundos da nossa vida em conjunto para fazer com que o Nós continue a resultar e a perdurar nos murais, eu sei que vamos conseguir.
O ano pode correr ainda melhor, ao fim de 1 ano e meio sinto que os amigos estão cada vez mais perto e mais seguros aqui neste centro de mim inclinado para a direita, acho que se podem formar amizades seguras e permanentes, em jogos de futebol, em concertos, em trabalho, em jantares, em cafés no Starbucks, eles vão estar sempre lá. Finalmente encontrei pessoas que admiro e de quem posso colher muito, "ganhei" uma casinha nova em Lisboa em que me sinto muito à vontade, com o conforto minimamente necessário e com a privacidade da qual gosto.
E quanto a Nós, Nós vamos continuar a ser Nós, vamos lutar para fazer com que as diferenças sejam cada vez menos e a intimidade e a afinidade esteja construída cada vez mais num painel seguro nosso. O ano que ficou para trás não foi memorável, mas é ultrapassável e sei que nós vamos lutar (quase) todos os segundos da nossa vida em conjunto para fazer com que o Nós continue a resultar e a perdurar nos murais, eu sei que vamos conseguir.