Um pouco de muito e muito sobre pouco.
As ideias teimam em não surgir, surge uma voz na cabeça que diz que há qualquer coisa mal, que o indivíduo diz que não estará a tomar a melhor atitude nos seus actos constantemente, que os seus pensamentos não saem puros como ele gostava que saíssem.
Pensa que a vida não será mais que uma grande melodia de Mozart, em que se sobe muitas vezes por pequenos degraus e pequenos passos, e se cai igualmente da mesma forma.
Pensa que a vida pode ser Alban Berg, recheada de pequenos pontos, que não tem ligação entre si, e que fazem parte duma coisa maior, e que avulsas são igual a pouco.
O indivíduo pensa na beleza e sensibilidade da música de Debussy, que é inovadora para as pessoas, com ideias nunca antes vistas, que primam pela beleza e descrição das paisagens da vida.
Pode ser Varése com pedaços de metais, e de rua a cair, com a tenacidade das serras eléctricas a cortarem vigas de ferro, com carros a tocar com pouco subtileza, ou o som de charcos de água explorados por crianças.
O indivíduo identifica-se em John Cage sobretudo pela sua maneira de criar música a partir do seu silêncio e do barulho das outras pessoas, acredita que para se impor apenas tem de ficar no sítio e esperar que as pessoas discutam até repararem nele, o indivíduo capaz da criação. ("4:33m").
O indivíduo não é mais que um ser humano normal, quer apenas ser feliz o resto da sua vida, com o mínimo de preocupações e com o máximo de alegrias possíveis. Não passa de um ser-pensativo, que não sabe bem o que pensar, e que se calhar por isso, apenas pensa demasiado nas coisas que quer que não aconteçam, e na maneira como quer projectar o seu futuro nos outros.
O individuo não é perfeito, longe disso. O indivíduo é ele próprio, mas com uma embalagem cheia de significados através de outros compositores, e todo a sua vida se baseia em reinterpreta-los. e ser feliz.
As ideias teimam em não surgir, surge uma voz na cabeça que diz que há qualquer coisa mal, que o indivíduo diz que não estará a tomar a melhor atitude nos seus actos constantemente, que os seus pensamentos não saem puros como ele gostava que saíssem.
Pensa que a vida não será mais que uma grande melodia de Mozart, em que se sobe muitas vezes por pequenos degraus e pequenos passos, e se cai igualmente da mesma forma.
Pensa que a vida pode ser Alban Berg, recheada de pequenos pontos, que não tem ligação entre si, e que fazem parte duma coisa maior, e que avulsas são igual a pouco.
O indivíduo pensa na beleza e sensibilidade da música de Debussy, que é inovadora para as pessoas, com ideias nunca antes vistas, que primam pela beleza e descrição das paisagens da vida.
Pode ser Varése com pedaços de metais, e de rua a cair, com a tenacidade das serras eléctricas a cortarem vigas de ferro, com carros a tocar com pouco subtileza, ou o som de charcos de água explorados por crianças.
O indivíduo identifica-se em John Cage sobretudo pela sua maneira de criar música a partir do seu silêncio e do barulho das outras pessoas, acredita que para se impor apenas tem de ficar no sítio e esperar que as pessoas discutam até repararem nele, o indivíduo capaz da criação. ("4:33m").
O indivíduo não é mais que um ser humano normal, quer apenas ser feliz o resto da sua vida, com o mínimo de preocupações e com o máximo de alegrias possíveis. Não passa de um ser-pensativo, que não sabe bem o que pensar, e que se calhar por isso, apenas pensa demasiado nas coisas que quer que não aconteçam, e na maneira como quer projectar o seu futuro nos outros.
O individuo não é perfeito, longe disso. O indivíduo é ele próprio, mas com uma embalagem cheia de significados através de outros compositores, e todo a sua vida se baseia em reinterpreta-los. e ser feliz.