quarta-feira, março 14, 2007

7 Pequenas coisas


Resposta ao desafio da jj. Para veres que tenho coragem. Lol
(ah, não estão necessariamente por ordem)

7 Coisas que sei fazer bem:
- Comer (a minha mãe diz que pareço um aspirador, lol)
- Pensar (este blog como exemplo, acho eu)
- Fazer música (não sou um prodígio, mas safo-me)
- Discutir futebol
- Esquecer-me do que não quero
- Olhares Indiscretos (seja ao que for)
- Não combinar roupa

7 Coisas que detesto:
- Pessoas que protestam sem razão
- Falta de humildade
- Adormecer e perder o comboio
- Bajuladores
- Pessoas que não sabem ouvir
- Futilidade
- Dizerem que música não conta como curso

7 Coisas que me atraem no Sexo Oposto:- Olhos e olhar (olhos de cor, e olhares expressivos)
- Sorriso (daqueles quentes que derretem corações)
- Simplicidade
- Humor refinado
- Personalidade (raparigas difíceis de aturar, que no fundo são moles)
- Capacidade de dar nas vistas sem fazer nada por isso
- Loucas e apaixonadas

7 Coisas que costumo dizer:- “O Aves é candidato à descida, mas vai salvar-se…”
- “Enquanto há esperança há luz ao fundo do túnel.”
- Palavras complicadas por natureza (para confundir as pessoas)
- “Ah, ok.”, ou a variação: “humm humm”
- “Que meretriz feia” (nem sempre por estas palavras)
- “E era…”
- “Só mais 5m” ou a variação “já vai”

Está respondido. (depois diz algo)
Quem quiser deixe um comentário, a responder a isto também.

terça-feira, março 06, 2007

Idealismo/Irrealismo


O que querem as pessoas do Amor?

Duma ligação com outra pessoa?

Duma partilha com alguém?

A vida não se trata de termos as coisas garantidas aos nossos pés, e o mesmo acontece no amor, as pessoas geralmente e erradamente dão a relação com outra pessoa por garantida, ou seja, depois de conquistada e amada fervorosamente a pessoa de quem nós gostámos, deixa-se cair a relação a pique após algum tempo num antro de monotonia (sejam meses ou semanas), e isso é algo que não quero e é algo que eu não desejo a ninguém, porque toda a gente merece um “felizes para sempre”, ou uma história semi-encantada bem vivida por um par de pessoas apaixonadas.

Acima de tudo, o que se deseja é uma relação coberta de felicidade, porque a felicidade romântica é um sentimento básico que faz as pessoas sentirem que apesar de todos os desencontros das nossas profissões e da vida social em si, chegamos a casa, ou chegamos à beira dessa pessoa e sabemos que temos aí um porto de abrigo, um sitio onde somos felizes e sentimos que nada nos incomoda.

Acho que toda a gente deseja uma daquelas paixões que nos abalam, aquelas que nos arrasam, que nos deixam sem palavras, que nos faz ter a vontade de nos tornarmos marginais e desatar a graffitar paredes com o nome do amor, com a paixão expressa em pequenos gestos. Uma daquelas paixões em que ficamos totalmente a descoberto para mostrarmos quem verdadeiramente somos, que nos faz perder a pele de lobos e nos faz pensar que somos apenas cordeiros neste rebanho fenomenal que é o amor. Um daqueles amores verdadeiros imune a pressões, imunes a dúvidas, imunes a terramotos tempestivos, imunes a 3as pessoas.

Parecem ideais um pouco irrealistas para os tempos em que vivemos, mas sei lá, sou alguém cuja memória romântica vai para além do Dia dos Namorados, e rosas e bombons. Alguém que acha muito pouco romântico o romantismo de hoje. Para variar, acho que o romantismo está muito ligado ao comércio, e às suas variantes, e que tudo não passa de uma maneira de se alargar o consumo económico, o verdadeiro amor vem dos gestos pequenos sem gastos. Acredito num amor puro.

Onde pára o homem que sofre?

O homem que se subjuga ao poder da mulher amada sobre ele?

O homem que se sente curado ao estar com a sua Deusa?

Mulher cuja inspiração remete o homem para as suas origens mais profundas?

Onde pára a mulher endeusada?

Só quero voltar ao Romantismo Clássico, em que sente um amor puro, só quero que a mulher que me subjuga seja também aquela que me cega para os poderes carnais das outras mulheres, estou à espera dela.


I JUST WANT TO FOLLOW MY WAY.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Mascarados?

Por vezes pergunto-me se vivo no planeta certo.
Por vezes interrogo-me se este é o mundo em que quero viver.
Por vezes questiono-me se todas as pessoas são aquilo que mostram.
Por vezes, acho que é melhor nem sequer saber a resposta.
Porquê estes pensamentos tão descabidos e negativos acerca da condição humana?
Tornei-me uma pessoa mais dada ao social nos últimos tempos graças a um grande amigo meu, e começo a observar os comportamentos das pessoas que saem a noite para os bares (ou club’s como agora lhe chamam). Irrita-me profundamente ver a máscara que as pessoas levam no dia-a-dia, quase sempre olho para as pessoas e me parece ver clones de um mesmo personagem, que se vestem da mesma maneira, falam da mesma maneira, tem os meus (maus) gostos, e só se preocupam em agradar aos outros, mesmo a quem não interessa. Então faço a pergunta, será que vivemos num mundo de clones?
Tenho-me perguntado porque me sinto tão deslocado dos outros ultimamente. Acho, que não me agrade no mundo em que apesar de tudo nos estamos a tornar (quando falo do mundo refiro-me ao nosso mundinho, Portugal). Vivemos numa sociedade dominada pela falta de investimento estrangeiro, onde proliferam lares destruídos devido à falta de emprego, devido à falta de dinheiro, e sobretudo proliferado pela falta de humildade dos portugueses.
Acho que o mundo está a tornar-se o ideal dessas pessoas que vivem por detrás dessas máscaras, e que parecem ter dupla personalidade, que em frente ás pessoas que conhecem são uma pessoa e quando estão sozinhas são outra pessoa. Aquelas pessoas, que podem parecer pessoas cheias de confiança, com grandes “manias”, com aquela preocupação sobrevalorizada sobre o que vestem, sobre o que usam, e sobre o que dizem, mas que quando estão sozinhas na escuridão do seu quarto não são mais que uns bonecos inanimados sem pensamento próprio, e que apenas são clonados de alguma “socialite” (se isso existir).
Não quero saber o que pensam de mim na maioria das vezes, acho que ou gostam de mim ou odeiam-me, acho que não há um meio termo para falarem de mim, que se calhar sou controverso pela minha maneira de ser.
Sou diferente e isso basta-me.

sábado, fevereiro 10, 2007

Zodiacal #2


Nome do Sujeito: Pedro Duarte Mesquita da Silva
Data de Nascimento: 22 de Agosto de 1987 (19 anos)


- Já disseram a este sujeito ,mais do que uma vez “já ninguém é assim”, ele ficou a pensar mesmo muito e decidiu dar-me as suas ideias e defender-se.


- Já lhe disseram também que parece uma mente velha, embutido num corpo jovem.


- Humor: em conversa com alguém (que escreve acentos nos inícios de frase), descobriu que era inteligente (o humor), e ele concorda. Mas o seu humor é isso e muito mais: dizem que consegue ser estúpido e inteligente ao mesmo tempo. Consegue fazer trocadilhos dos quais ninguém se ri, ou então. Só se riem depois de ser explicado, e se levanta uma placa a dizer: “RIAM-SE”.


- Grande habilidade: é daquele tipo de pessoas que têm a habilidade de ficar mal em qualquer sítio. Desde estádios de futebol, a missas, a saídas com amigos, a jantares, etc.; digamos que tem uma tendência natural para o desastre.


- Romantismo: deverá ser um motivo de orgulho? Este é um mundo que cada vez vive mais em função da “carne”, será que compensa passar por algumas “envergonhadelas” só para alguém se aproximar de nós emocionalmente? Acredito no romantismo, acredito nas fantasias das pessoas, e sei que todo o adulto (ou jovem adulto) tem uma grande criança dentro de si (e a minha deve ter 150kg e 2m).


- Maior virtude: saber rir-se de si mesmo. Tendo em conta que sabe que fica mal em muitos sítios, não há nada como saber rir-se de si mesmo.


- Maior defeito: teimosia. Porque sim!!


- Curiosidades: gosta de jogar pc deitado e comer chocapic ao mesmo tempo, estar acordado até tarde para ver se passam filmes com bolinha (se se ouvirem tiros ou explosões é para desligar), esvaziar frigoríficos, ir para o ginásio e ser auto-personal trainer inspirado em revistas, estudar de telemóvel na mão, dizer mal das pessoas (sou português e daí?). (se calhar é melhor parar).

PS: qem souber mais sobre este sujeito é favor contactar este digníssimo blog.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Zodiacal #1


Ando numa pesquisa para se verificar se os signos e o significados deles se aplicam a mim e aos outros, vou fazer uma série de alguns posts (uns tres para aí) um pouco centrados em mim.


"Leão (signo do zodíaco: 23 de Julho - 22 de Agosto)


Quinto signo do Zodíaco, ocupa o meio do Verão. Este signo é, portanto, caracterizado pelo desabrochar da natureza sob os raios quentes do Sol, que é o seu regente planetário. Coração do Zodíaco, exprime a alegria de viver, a ambição, o orgulho e a elevação.

Com o Leão voltamos ao elemento Fogo; mas do Carneiro ao Leão elabora-se a metarmorfose do princípio que, de força bruta animal, instantânea e absoluta, como a centelha ou o relâmpago, para se tornar força dominadora e disponível, como a chama irradiante em pleno calor e luz. Aliás, passamos das auroras primaveris à magnificiÊncia dos meios-dias de Verão. O Signo é representado pela majestosa criatura do rei dos animais, emblema do poder soberano, da força nobre, e está ligado ao Sol, sendo, tnato o signo como o Astro, símbolos da vida sobre o aspecto do calor, da luz, do esplendor, do poder e da aristocracia radiante.

Da mesma forma, a casa leonina é semelhante a uma ode triunfal em ouros acobreados, brilho dos ardores vitais. A este tipo zodiacal corresponde o carácter de mais alto poder: apaixonado, ser de vontade, pela pressão da necessidade e do gosto de agir, estando esta força emotivo-activo disciplinada e orientada para um objectivo e para servir ambições de longo alcance. É uma natureza forte, nascida para fazer cantar a vida com toda a força e para encontrar a sua surprema razão de viver, fazendo explodir uma nota retumbante no firmamento do seu destino. Esta força pode ser exercida num desdobramento horizontal e dá origem a um tipo hercúleo em realismo, em eficácia, em vigor concreto, em presença física. Mas pode também desdobrar-se em tensão vertical e dar origem a um tipo apolíneo, idealista, em quem as forças luminosas tendem a reinar completamente."


Texto dum livro qualquer de Sinónimos da minha escola.


Já agora não esqueçam 22 de AGOSTO.

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Tell me when you 'll be mine.

Como ainda estou a trabalhar noutro post, decido postar um video com uma musica simplesmente fantastica. "Quando quando quando" by Michael Bublé featuring Bonita....

Para a  musa que está para chegar,  ou que há de chegar num dos próximos tempos, para se alegrarem.


Letra:

Tell me when will you be mine
Tell me quando, quando, quando
We can share a love devine
Please don't make me wait again

When will you say yes to me
When will you say yes to me
Tell me quando quando quando
Tell me quando quando quando
You mean happiness to me
You mean happiness to me
Oh my love, please tell me when
Every moment’s a day
Every moment’s a day
Every day
Seems a lifetime
Every day seems like a lifetime
Let me show you the way
Let me show you the way
To a joy beyond compare
I can't wait a moment more
Tell me quando quando quando
Tell me quando quando quando
Say it’s me that you adore
And then darling tell me when
I can't wait a moment more
I can't wait a moment more
Tell me quando quando quando
Say it’s me that you adore
Oh my darling tell me when

Vídeo:

sábado, dezembro 09, 2006

Aconteceu um dia


Ás vezes penso porque estou sozinho na vida, na visão estritamente romântica das coisas. Será do meu feitio? Será que me tenho dado ao trabalho de procurar alguém que me faça ver o futuro e as coisas mais belas da vida? Será que a minha vida vai ser assim todo o sempre? Será o futuro brilhante ou negro? Ou um bocado dos dois?

“Puxei” deste tema porque há algum tempo que eu não tenho uma relação séria, ou mesmo qualquer tipo de relação sentimental. E, ao mesmo tempo que falava com uma grande amiga que sofre do mesmo problema que eu só que numa versão feminina, descobri que a solidão nos dilacera por dentro. Sou sincero, sinto falta do amor físico duma relação de paixão intensa e sentida, mas também sinto falta daquela espécie do jogo do gato e do rato, protagonizada exageradamente pelos homens apaixonados (nem todos), que correm atrás do seu exclusivo Saint Graal (numa versão demasiado Dan Brown). Penso que o que “excita” os homens não é talvez a mulher que supostamente amam, mas apenas o prazer da “caça”, de sentir que estão a conseguir dominar a mulher, juntamente com os sentimentos ligados a todas elas. Não será assim?....

“Não há dia em que eu não pense que os dias de sol chegarão; nas tardes a ver o mesmo sol a pôr-se contigo ao meu lado pensando que o calor mais importante não é aquele que nos aquece o corpo mas aquele que aconchega o nosso coração; olhando para ti e vendo que o sorriso engrandece a podridão dos maus seres; sentindo que o passado para ti não interessa, que só me queres para ti, não te interessa mais ninguém; esperando o dia em que partilhemos um blind love e nos unamos como os mais simples dos malfeitores; fico inventando contos de fadas contigo para encher a minha mente; sentindo que um segundo do presente merecerá mais do que décadas no futuro; aquela paixão não se apagará, não se tornará rotina e deixar-mos de cuidar dos nossos filhos em condições...No fundo só quero que apareças na minha vida e me derrubes como um furacão e me vires a vida do avesso porque por ti valeria a pena..."

Não consigo pensar direito, algo me esgana as palavras e uma parede esbarra o meu pensamento...estou amorfo e melancólico...

"I’m glad there is you..." Jamie Cullum